Lideranças do Novo de Blumenau não participaram da convenção do partido

Foto: divulgação

Depois de Joinville, Blumenau é a cidade em que o Novo tem mais representatividade em Santa Catarina. Já teve por duas vezes uma candidatura competitiva à Prefeitura, já teve um representante da cidade como candidato ao Governo e tem, desde a Legislatura passada, dois vereadores na Câmara.

E terá dois candidatos competitivos na eleição deste ano. Mesmo com toda esta representatividade, as lideranças do partido não prestigiaram a convenção, que homologou o apoio ao projeto de reeleição de Jorginho Mello (PL), além das nominatas para a Câmara dos Deputados e para a Assembleia Legislativa.

Aliás, a falta dos candidatos de Blumenau na foto dos nomes do Novo chamou a atenção do Informe. Odair Tramontin, duas vezes candidato a prefeito e uma vez ao governo, preferiu fazer campanha para deputado estadual na cidade. O deputado federal por dois mandatos, Gilson Marques, candidato à reeleição, também não apareceu, assim como os vereadores Diego Nasato e Bruno Win.

A aliança PL-Novo ainda não foi digerida por parte dos filiados. Na convenção conjunta que confirmou a aliança, apenas Adriano Silva, o candidato a vice, e Arão Josino, hoje secretário de Planejamento do Governo do Estado falaram, num palanque com Jair Renan, Carlos e Flávio Bolsonaro.

O Novo tem Romeu Zema como candidato a presidente.

Em Blumenau, o Novo faz oposição ao PL de Egidio Ferrari e Mário Hildebrandt.

Não havia clima.

 

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