Intenção de compras para o Natal é a maior desde 2015 em Santa Catarina

Foto: reprodução

A expectativa de um dos melhores Natais dos últimos cinco anos anima é da Fecomércio, a partir da Pesquisa de Intenção de Compras realizada em sete cidades do Estado. Ela aponta que os consumidores devem gastar cerca de R$ 493,74 com presentes, variação de 1,4% em relação a 2018, maior valor nominal desde 2015.

A melhora nos indicadores de confiança pode justificar este otimismo do mercado, avalia o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt. “Para 44,7% a situação financeira está melhor na comparação com 2018. Neste ano, ainda tem a  renda extra com os saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e a entrada do 13º salário, que vão dar um gás no consumo”, comenta.

De acordo com a pesquisa, o destino do 13º varia de acordo com a situação do consumidor: 33,6% querem economizar, 33,3% pretendem pagar dívidas e 15,9% vão usar para garantir os presentes.

O período também movimenta o mercado de trabalho: um em cada quatro empresários deve contratar temporários neste ano.

A pesquisa é realizada para conhecer o perfil e o comportamento de consumo das pessoas que devem comprar nesta data e, assim, orientar os empresários em suas estratégias de vendas no fim do ano. Foram entrevistadas 2.097 pessoas, no período entre os dias 14 e 23 de novembro, nas cidades de Chapecó, Lages, Florianópolis, Criciúma, Joinville, Itajaí e Blumenau.

Comportamento de compras

  • A maioria dos consumidores pretende fazer as compras à vista.  A opção em dinheiro foi a mais lembrada (69,8%) pelos catarinenses, disparada na frente do parcelamento no cartão de crédito (16,2%) e cartão de débito (5,7%).
  • Para garantir o melhor custo/benefício, 79,3% dos entrevistados afirmaram que vão realizar pesquisa de preço.
  • O comércio de rua (65,4%) deve ser o principal destino de compras, seguido pelos Shoppings Centers (24,8%).
  • Os itens mais procurados no Estado devem ser do setor de vestuário (67,4%), brinquedos (9,1%) e calçados (5,2%).

Confira o comportamento por cidade

Fonte: Fecomércio

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