Ex-prefeito Mário Hildebrandt emite nota sobre operação deflagrada pela Gaeco nesta quarta-feira

Foto: Eraldo Schnaider/arquivo

O e secretário de Estado da Proteção e Defesa Civil, Mário Hildebrandt (PL), se posicionou sobre a operação do GAECO deflagrada nesta quarta-feira, para apurar supostas irregularidades na secretaria de Manutenção e Serviços Urbanos. Ele era o prefeito no período investigado pelo grupo especial do Ministério Público.

Disse que abriu sindicância interna e contratou uma auditoria quando surgiram as primeiras evidências, confira.

Confira a nota do ex-prefeito:

A gestão anterior da Prefeitura de Blumenau, através do ex-prefeito Mário Hildebrandt, informa que soube da operação deflagrada pela Gaeco na manhã desta quarta-feira, dia 26, e recebeu com serenidade a notícia. Ainda no primeiro semestre de 2024, quando do surgimento das primeiras evidências, sindicâncias internas foram abertas pela Procuradoria Geral do Município que identificaram os indícios de irregularidades e deram base para a contratação da auditoria externa, em apoio a Controladoria Geral do Município. Na ocasião, a gestão seguindo orientação da Controlaria Geral, também implementou o programa de integridade e aplicação de novos controles, buscando combater ocorrências desse mesmo perfil.

O relatório com o resultado das apurações na auditoria contratada foi pessoalmente entregue pelo ex-prefeito ao Ministério Público ainda em 2024 e utilizado na investigação. Quando da entrega pessoalmente dos documentos, o então Prefeito solicitou a apuração dos fatos pela justiça.

A operação da Gaeco e do MP é resultado também da auditoria externa contratada, quando surgiram as suspeitas de ilegalidades cometidas dentro da então Secretaria de Manutenção e Conservação Urbana.

A gestão anterior reforça que está completamente à disposição da justiça se necessário for, para auxiliar nas investigações.

2 Comentário

  1. Então, será que agora saberemos o que realmente esta ocorrendo , será que teremos pessoas no meio político envolvidas ?
    Será que tem algo com as roçadas na ação investigada pela polícia civil e protocolada uma CPI na câmara e que jamais ocorreu ?

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