A terça-feira, 31 de março, foi de despedida para o ex-prefeito de Indaial, André Moser. Despediu-se do cargo de adjunto na Secretaria de Estado do Turismo e do PL, partido ao qual se filiou ainda quando estava à frente da Prefeitura.
Os dois movimentos foram feitos de forma alinhada com o governador Jorginho Mello (PL).
André Moser estava na fase de fazer contas para sua intenção de chegar à Assembleia Legislativa. E avaliou, junto com o governador, que é também presidente estadual do PL, que o caminho estaria mais pavimentado no Republicanos, sigla aliada do projeto de reeleição. Jorginho tem tratado pessoalmente da construção de nominatas das siglas que estão no guarda-chuva do PL.
Para ter chances, superando a barreira da legislação eleitoral, estima-se que o candidato precise fazer no mínimo entre 20 e 25 mil votos, superando os 20% do índice necessário pela legislação para entrar nas sobras do quociente eleitoral, que é 80% de um total previsto de 100, 105 mil votos.
Como a disputa no PL será mais acirrada, imagina-se que, para um candidato entrar, tenha que fazer de 35 mil votos para cima, pela concorrência interna. Estima-se que o 22 eleja de 15 a 16 deputados estaduais.
A conta no Republicanos é mais modesta, de três a cinco eleitos. E que, com 20, 25 mil, um candidato entre.
É a calculadora de André Moser, debatida à exaustão com o governador.




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