Deputado Napoleão Bernardes destaca “pressão” para o anúncio da retomada das obras do prolongamento da Via Expressa

Foto: Alesc

O deputado estadual Napoleão Bernardes (PSD) comemora o anúncio da retomada das obras da primeira etapa do prolongamento da Via Expressa, a ser feito nesta sexta-feira, pelo governador Jorginho Mello (PL).

O deputado atribui a retomada da obra a uma série de manifestações e cobranças públicas feitas por ele na Assembleia Legislativa. Na tribuna, por mais de uma vez, denunciou o abandono da obra, cobrando do Governo do Estado uma solução para o que classificou como o maior “elefante branco” de Santa Catarina.

Na Assembleia Legislativa, o parlamentar já havia aprovado a realização de duas audiências públicas para cobrar explicações do Executivo estadual sobre a paralisação das obras. O segundo encontro, com a participação confirmada do secretário de Infraestrutura, Jerry Comper, estava programado para a próxima terça-feira, 17.

Para Napoleão Bernardes, o anúncio da retomada é um passo importante, mas a prioridade agora é garantir rapidez na execução dos serviços. “O mais importante é que o trecho entre a Via Expressa/BR-470 e a Rua Theodoro Pasold, na Fortaleza Alta, seja concluído e liberado o quanto antes. Essa entrega já representará um alívio importante para o trânsito e para a mobilidade de milhares de moradores”, afirmou.

Iniciada em 2014, a obra de prolongamento da Via Expressa é considerada estratégica para a mobilidade de Blumenau e de todo o Vale do Itajaí. O projeto completo prevê uma ligação de cerca de 15 quilômetros entre a SC-108, a partir do pé da serra da Vila Itoupava, e a BR-470, permitindo desviar o tráfego de veículos de passagem e reduzir a pressão sobre vias urbanas já sobrecarregadas, como a Rua Dr. Pedro Zimmermann, no bairro Itoupava Central.

2 Comentário

  1. queria estar errado, mas nao vai acontecer nada antes da eleicao, e o governo so vai lembrar de fazer maia uma promessa de concluir a obra em marco de 2029.

  2. Iniciada em 2014 e até o momento promessas . Nota-se que nos falta representatividade política na ALESC, independente de partido .

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*