“O que é previsível na política é que tudo é imprevisível”. Essa expressão foi usada pelo deputado federal Gilson Marques (Novo) em entrevista para a TV Informe, no dia 18 de fevereiro, e neste final de semana, após o encontro do partido realizado nesta sexta-feira, em Pomerode.
A mesma resposta, para a mesma pergunta. Será mesmo candidato ao Senado, tendo como possíveis concorrentes Carol de Toni (PL), Carlos Bolsonaro (PL) e Esperidião Amin (PP)?
Gilson Marques sinaliza que a tendência é tentar a reeleição. Deputado federal em segundo mandato, é a aposta do natural do partido para garantir pelo menos um — o sonho é dois.
O partido já dá isso como certo. O presidente estadual da sigla, Khalil Zattar, confirmou no encontro. “A contribuição dele (Gilson Marques) é mais importante na nossa nominata para Câmara Federal neste momento”.
Para o Informe neste sábado, Marques não disse sim, nem não. Lembrou do imprevisível na política, com o exemplo de tudo que envolveu o prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), nos últimos dias. Repetiu que não dividirá o voto da direita para o Senado.
É candidato à reeleição.



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