Colombo e as contas públicas de SC

Foto: Julio Cavalheiro / Secom SC

Em um bate papo informal nesta segunda-feira, duas lideranças importantes de Blumenau – uma política, a outra empresarial – falavam sobre a penúria financeira do Estado, apresentada pelo governador Raimundo Colombo (PSD) na última quinta-feira, durante visita de uma comitiva da região para entregar uma pauta de reivindicações locais e regionais. Brincaram, dizendo que Colombo “só faltou passar o chapéu” durante o encontro com peso pesados da economia e da política blumenauense.

Também foi falado que Santa Catarina ainda é um estado diferenciado perto de outros, em especial Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, falidos, atrasando salários e não pagando fornecedores e prestadores de serviço.

É esse contexto difícil das contas públicas que o governador Raimundo Colombo apresenta nos seus encontros mais recentes. Hoje, 23,  foi mais importante ainda, detalhando os números para o colegiado do Governo. Secretários, presidentes de autarquias e fundações, diretores e assessores especiais ouviram a explanação de Colombo.

Foto: Julio Cavalheiro / Secom SC
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Os argumentos são sensatos, resta saber se factíveis: contenção de gastos e projetar cortes orçamentários que não afetem a qualidade do serviço. E sem propor ou apoiar novos impostos, municipais ou da União.

“O cenário é muito difícil. É preciso ser ainda mais rigoroso e criterioso nas nossas decisões sobre gastos para que a queda de receita não impacte na qualidade do serviço público”, afirmou o governador para a equipe de governo. Cobrou revisão de gastos nas diferentes estruturas do Governo. Pediu mais gestão.

Foto: Julio Cavalheiro / Secom SC
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A conversa serviu para a comitiva blumenauense na semana que passou. O argumento de que está difícil, mas poderia ser pior, convenceu, na espera dos desdobramentos políticos e econômicos do novo governo Temer. 

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