Censura do Itamaraty, salto no desmatamento, carteirinha estudantil digital e o Fórum Democracia Direitos Já

Foto: redes sociais

Itamaraty

O Itamaraty decretou censura no acesso a documentos que expliquem o motivo pelo qual o governo brasileiro passou a rejeitar, na ONU, o ter “igualdade de gênero” ou “educação sexual” em resoluções e textos oficiais – até 2024.

Um dos motivos mencionados para rejeitar o acesso foi o risco que o isso poderia representar para a posição negociadora do Brasil e mesmo à segurança nacional, sem que haja qualquer explicação plausível para a censura.

O governo Bolsonaro se alia à Arábia Saudita e outros governo ultraconservadores.

 A informação é do jornalista Jamil Chade, em sua coluna no UOL.

Floresta

A Floresta Amazônica perdeu 1.698 km² de vegetação em agosto de 2019. Este número representa um salto de 222% frente a agosto de 2018.

Nos oito primeiros meses de 2019, a área total desmatada foi 92% superior ao mesmo período de 2018.

Os dados são do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

‘Retaliação’

O presidente Bolsonaro assinou na última sexta-feira, uma medida provisória que lança uma carteirinha estudantil digital. Batizada de “ID Estudantil”, o documento é gratuito e destinado a estudantes do ensino fundamental, médio e superior.

As carteirinha era emitidas apenas por organizações como a União Nacional dos Estudantes (UNE).

A medida foi criticada pela entidade: ‘Isso é retaliação à livre organização’.

Fórum

Foi lançado na última semana em São Paulo, o Fórum Democracia Direitos Já. O grupo foi criado para fazer uma oposição ampla ao presidente Bolsonaro.

Participaram nomes como Ciro Gomes (PDT), Flávio Dino (PC do B), Márcio França (PSB), Luís Felipe D´ávila (PSDB-SP), Eduardo Suplicy (PT), Paulinho da Força (Solidariedade), Eduardo Jorge (PV) e  Marta Suplicy (Sem partido).

Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Antonio Anastasia (PSDB) e Aldo Rebelo (Solidariedade) não participaram do lançamento, mas enviaram vídeos para serem transmitidos no local.

PT

Apesar de ter representantes no lançamento, o Partido dos Trabalhadores não aderiu ao movimento e recebeu uma enxurrada de críticas. Dizem, que os petistas não dão a mão para aliados de esquerda.

O movimento não carrega o “Lula Livre”, nem o verbete “soberania nacional”.

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