Análise | Fez que foi, não foi, acabou “fondo”. A decisão de João Rodrigues

Imagem: reprodução

A coletiva desta manhã do prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), ao lado do presidente estadual da sigla, Eron Giordani, nos remete a duas imagens ligadas a jogo.

A primeira, que deu a manchete para este post, remete ao futebol, numa das tantas frases folclóricas ligadas a este esporte. Atribuída a um jogador, seria a explicação sobre uma tentativa de drible. João Rodrigues disse que ia sair, não saiu e seguiu sendo a melhor jogada para o PSD.

Outra, lembra o jogo de truco, marcado por muitos blefes. João Rodrigues trucou contra o prefeito de Florianópolis, Topazio Neto, e disse “ele ou eu”, com o ainda poderoso Jorge Bornhausen o tirando da disputa de forma antecipada. Rodrigues levou o presidente da sigla para a coletiva, esperou a manifestação dele, de apoio à sua pré-candidatura e expulsão de Topázio, para depois dizer “ao povo que fico”.

Claro que foi um “jogo jogado”, combinado antes de ligar às câmeras de imprensa. O PSD precisa de João Rodrigues e o prefeito precisa do PSD. Tudo combinado com o presidente nacional, Gilberto Kassab, que precisa de um palanque catarinense para um de seus candidatos à Presidência da República.

Agora, é atrair aliados descontentes com Jorginho Mello. São muitos, mas pragmáticos, que talvez prefiram ficar no barco favorito para chegar em primeiro lugar na eleição de outubro.

 

 

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