A coerência do vereador Professor Gilson no caso da Blumob

O vereador Carlos Wagner, o Alemão (PSL), tem o mérito de conseguir as assinaturas necessárias para tornar realidade a CPI do Transporte Coletivo de Blumenau, que nesta semana ouviu finalmente um representante da Blumob. Mas o grande personagem neste importante debate é o vereador Professor Gilson (Patriota).

Diga-se de passagem, Carlos Wagner recorreu aos documentos já levantados pelo vereador Gilson, que havia tentando uma CPI no começo da Legislatura passada, mas não conseguiu as assinaturas necessárias, mas encaminhou as denúncias ao Ministério Público, que investiga algumas delas.

Sem ser oposição declarada a administração Mário Hildebrandt (Podemos) – da qual se aproximou nesta Legislatura – , Gilson tem cumprido bem o papel de fiscalizar o Executivo e, em especial, as questões que envolvem o transporte coletivo de Blumenau.

Na recente reunião com  a presença do diretor da empresa, mesmo sem ser membro da CPI, fez as perguntas certeiras que confirmam que sim, o contrato previsto no edital de licitação vencido pela então Piracicabana, que transformou-se em Blumob, foi motivo de muitas flexibilizações favoráveis a empresa desde o começo de sua vigência.

A pergunta que ele deixa no ar é. E se estas flexibilizações estivessem previstas no edital de licitação talvez não houvesse a possibilidade de mais empresas participarem? E se, algumas das facilidades concedidas a Blumob, fossem negociadas com o antigo Consórcio Siga será que o desfecho dele seria o mesmo?

É difícil saber, mas esta é uma reflexão pertinente. Na sessão desta quinta-feira, um dia depois da reunião da CPI, o vereador se pronunciou sobre o que ouviu do representante da Blumob, confira.

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