Carlos Moisés (PSL) tem feito nestes últimos meses o que não fez durante a primeira metade do seu governo. Depois de dois afastamentos temporários em processo de impeachment e muitas críticas da sociedade organizada, como prefeitos e lideranças empresariais e sociais, por sua “reclusão” no Palácio da Agronômica, o governador coloca o pé na estrada com a caneta cheia e percorre o estado assinando ordens de serviço ao lado de lideranças locais e deputados.
Nesta segunda-feira esteve no Vale do Itajaí. Luiz Alves, Ilhota, Gaspar e Itajaí contaram com atos de inauguração, entrega ou liberação de obras.
A tarde inaugurou a reabilitação da Rodovia Jorge Lacerda, ligando Gaspar a Itajaí, uma obra que começou em 2017 com Raimundo Colombo, com previsão de conclusão para dezembro de 2018 e terminou só agora. São 25 quilômetros de asfalto recuperado e a duplicação do trecho inicial, no acesso a BR 101. Uma obra de mais de R$ 37 milhões.
Em Luiz Alves assinou a ordem de serviço para pavimentar as vias que formam a Rota da Cachaça e em Ilhota anunciou recursos para asfaltar vias municipais.
Tem sido assim em várias regiões catarinenses. Com os cofres cheios, Carlos Moisés se dá o luxo de assumir para si obras federais, como a duplicação da BR 470, um golaço se conseguir concretizar em curto espaço de tempo.
Confesso que ainda sinto falta de ações mais efetivas para Blumenau, hoje temos apenas o aeroporto Quero Quero de investimento concreto. Pendências como o Centro de Convenções e o prolongamento da SC 108 estão perto de serem destravadas, mas ainda não foram.



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