Uns com muito, outros com nada. Esta é a realidade — e estratégia — do Partido Novo nestas eleições em Santa Catarina, no que diz respeito ao repasse dos recursos do Fundo Eleitoral. A sigla concentrou os recursos na nominata de candidatos à Câmara dos Deputados, em detrimento dos candidatos à Assembleia Legislativa, tudo para tentar manter ou aumentar a representatividade e superar a cláusula de barreira.
A sigla no país recebeu cerca de R$ 37 milhões, valor irrisório se comparado com os partidos com maiores bancadas: PL, com R$ 881 milhões, seguido por PT, R$ 615 milhões, e União Brasil, R$ 526 milhões.
Para os 17 candidatos a deputado federal no estado, foram distribuídos até agora menos de R$ 5 milhões. O candidato à reeleição, Gilson Marques, conta com R$ 1.646.400. (Pessoal do Novo entrou em contato para dizer que destes recursos, R$ 1.000.00o,00 são do Fundo Eleitoral o restante foi repassado pelo partido, mas é fruto de doações de pessoas físicas).
epois, Bia Borba e André de Oliveira receberam cerca de R$ 500 mil cada. Outros sete candidatos receberam entre R$ 250 e R$ 300 mil. O vereador de Indaial, Lúcio Vanderline, recebeu R$ 125 mil.
Para esses 37 candidatos a deputado estadual, a realidade é bem outra. Quem mais recebeu é o candidato à reeleição, Matheus Cadorin, com R$ 160 mil. Odair Tramontin nada, assim como outros candidatos. E deve seguir assim.
A justificativa é que, muitos destes candidatos fazem campanha em dobradinha com os candidatos à federal, que acabam bancando parte das despesas.




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