Esta semana o mais novo deputado federal catarinense assumiu na Câmara Federal. Um velho conhecido, Darci de Matos (PSD). Eleito em 2018, ficou como primeiro suplente do PSD em 2022 e assume no lugar de Ricardo Guidi, novo secretário de Estado do Meio Ambiente, que atendeu convite do governador Jorginho Mello (PL).
Santa Catarina tem uma bancada majoritáriamente oposicionista ao Governo Lula – só o PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro elegeu seis, de um total de 16 deputados, sem falar no senador Jorge Seif.
Mas Darci de Matos deve ser da turma do muro, assim como foi Guidi, pois o PSD cumpre a tradição de ser fiel a Governos, independente do espectro ideológico e posições políticas.
Um exemplo da postura de Darci de Mattos foi nesta quinta-feira, 3, dia da posse de Celso Sabino, novo ministro do Turismo, na cota do União Brasil.
“Encontro com o amigo e novo Ministro do Turismo, Celso Sabino, para tratar sobre Santa Catarina e alinhar uma visita ao estado já neste mês. Vamos debater o tema e alinhar novos projetos que beneficiem o crescimento, desenvolvimento do turismo e bem-estar da nossa gente”, escreveu em suas redes sociais com uma foto.
Entre os 16 deputados federais catarinenses, apenas dois são governistas, os petistas Ana Paula Lima e Pedro Uczai. Mas nem todos os demais 14 são oposicionistas, seja por convicções pessoais ou acordos partidários. Darci de Mattos, Ismael dos Santos (PSD), Carlos Chiodini (MDB), Valdir Cobalchini (MDB) e Jorge Goetten (PL) votaram pautas de interesse do Governo no primeiro semestre e se abstiveram de críticas mais contundentes. Rafael Pezenti (MDB) e Fábio Schiochet (União) também, mas menos.
E aqui não vai crítica alguma, pelo contrário. A postura de parte da bancada, leia-se os cinco parlamentares do PL e o do Novo, de oposição por oposição, não reflete o momento que Santa Catarina e o Brasil vivem.




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