O futuro dos Correios, “gabinete de inteligência” pela reforma da Previdência e a crise na Venezuela

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O futuro dos Correios

O presidente dos Correios, general Juarez Cunha, afirmou na semana passa, no podcast “Com a palavra, o presidente dos Correios”, direcionado aos funcionários da estatal, que estão sendo feitos estudos para a abertura de capital da empresa.

“Com vistas à modernização da empresa, já iniciamos estudos para a abertura do capital da empresa. Isso é uma medida fundamental, importante, de maneira que possamos ter um quadro de sócios minoritários”, afirmou no áudio.

Com a abertura de capital, a empresa faz uma oferta pública de ações na Bolsa de Valores, tornando-se uma empresa de capital aberto, com ações negociadas livremente no mercado. Com esse aporte, os Correios teriam recursos para financiar projetos de investimento e modernização, segundo Cunha, que não deu detalhes da fatia da estatal que poderia ser vendida.

Para a equipe presidencial, o setor está em processo de transformação e, para sobreviver, a estatal precisa ser mais competitiva e ter menos amarras. Para isso, a solução viria apenas com a privatização dos Correios.

Governo se mobiliza pela reforma da Previdência

A líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), disse nesta quinta-feira (02) que será montado um “gabinete de inteligência” com técnicos do Ministério da Economia à disposição dos deputados e senadores para tirar dúvidas sobre a reforma da Previdência.

O objetivo é municiar os parlamentares com argumentos a favor da proposta, que altera as regras de aposentadoria e é considerada uma das prioridades do governo para recuperar as contas públicas do país.

Ela disse que o gabinete funcionará de terça a quinta, a partir da semana que vem.

Com informações: G1

Crise na Venezuela

O presidente Jair Bolsonaro afirmou à coluna da Mônica Bergamos, da Folha, que o Brasil irá “até o limite do Itamaraty” para ajudar no que ele considera o reestabelecimento da democracia na Venezuela.

Segundo Bolsonaro, o governo brasileiro tem recebido “muitos informes” do país vizinho. “Nós acreditamos no desgaste que o Guaidó pode impingir ao Maduro”. 

Resumo do Brasil: o futuro dos Correios, “gabinete de inteligência” pela reforma da Previdência e a crise na Venezuela.

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