Ciro na Suécia, DEM no altar e Temer nas redes

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A chave PSB

Começaram as negociações do PSB para apoio nas próximas eleições.
Com a presidente do PT Gleisi Hoffmann o foco é acordo nos Estados.
No âmbito nacional o aceno é para Geraldo Alckmin.
Ciro Gomes flerta com a ala do Nordeste.

O governador de São Paulo, Márcio França (PSB) encosta em Alckmin, a promessa é de que as coisas caminhem de forma mais confortável para o pessebista se ele indicar um vice e se afastar do nada popular Michel Temer.

Ciro aguarda ansioso o encontro entre os “Carlos”, Lupi e Siqueira, presidente do PDT e PSB, respectivamente.

Ciro na Suécia, Lula na cadeia

Ciro está aonde?
Na Suécia, em visita a Estocolmo para encontros com representantes do governo e de empresas locais.
Por lá Ciro descartou a ideia do PT de que os candidatos de esquerda e centro-esquerda devam se comprometer a conceder indulto a Lula, caso eleitos.

Segundo a BBC Brasil, Ciro disse que isso seria “uma loucura”, uma vez que indulto é para condenados sem mais nenhuma chance de recurso.

A última viagem do Ciro

Segundo informações do Broadcast Político, Ciro Gomes e o presidente do PDT, Carlos Lupi, vão se encontrar com Renata Campos, viúva de Eduardo Campos, para conseguir apoio do PSB.
A viagem é na próxima segunda. Pernambuco deve ser a última viagem antes da campanha oficial, em agosto.

Não pode ver uma vergonha que já quer passar (2)

Se não deu certo com a liberação do FGTS, com a Intervenção Militar no Rio e nem com as Reformas, Michel Temer tenta mais uma vez sair do seu precipício de impopularidade.
E qual é a forma?
Se tornar um digital influencer!

O resultado da tentativa são vídeos curtos no Twitter em que o presidente de forma descontraída – e sem usar mesóclise – fala sobre os dois “fantásticos” anos de governo, indicou até algumas séries para “a galerinha de casa”.

Entre as séries, “La Casa de Papel”.
Faltou “House of Cards” não é?
Galerinha dos memes, olha aí uma oportunidade!

Michel bate o pé até o fim

Quem espera que Michel Temer acelere a sua retirada na corrida pelo Planalto pode esquecer.
O presidente sabe que suas chances de subir são mínimas, mas quer continuar defendendo o seu legado até o fim.
O emedebista não quer ter o mesmo fim que Sarney em 89, quando desistiu de concorrer e teve um fim de mandato dramático, sozinho, abandonado por aliados.

Mas no fim, MDB é sempre PMDB

Com uma dificuldade imensa em decolar seus pré-candidatos à Presidência, o presidente do MDB, Romero Jucá, afirmou que o maior foco do partido é eleger e maior bancada de deputados federais e senadores.
Se isso se confirmar nas urnas, o partido poderá ser protagonista de qualquer governo.

Pelo bem, pelo mal, MDB é sempre PMDB!

As redes nas urnas

A Bites, empresa voltada para o mapeamento e análises do mundo digital, realizou um estudo sobre a influência das redes sociais na decisão do voto dos eleitores brasileiros.
43,4% dos eleitores serão influenciados pelas redes sociais.

O estudo, citado pelo economista Rodrigo Constantino em seu blog no site do Jornal Gazeta do Povo, revela que quase 60% dos entrevistados pretendem acompanhar as publicações dos candidatos via Facebook, YouTube, Instagram e Twitter.

Lembrem-se da permissão dada pelo Tribunal Superior Eleitoral aos candidatos para impulsionar seus conteúdos nas redes.

O Temer já começou.
E por falar nisso, não deixe de se inscrever no canal, compartilhar o conteúdo e deixar o seu “joinha” (leia com a voz do Temer).

Caldeirão do Rocha!

O PSDB testou em pesquisas o nome do empresário Flávio Rocha, pré-candidato pelo PRB, para a possibilidade dele ser vice na chapa com Alckmin.
O problema é que a maioria do eleitorado acha que Flávio Rocha é apresentador de TV.

Ele poderia trocar com o Huck, o apresentador da Globo poderia cogitar a volta ao cenário eleitoral!

O cobiçado DEM

Embora Rodrigo Maia jure que será candidato – acho muito difícil -, PSDB, PDT e Podemos sonham com uma aliança com os Democratas.

Uma noiva interessante, resta decidir com quem será o casamento.

Querem mais tempo de rádio e TV

A Advocacia-Geral da União (AGU) se manifestou contra a ação do Podemos e do PP que pede mudança no cálculo do tempo de propaganda eleitoral no rádio e tv.
Os partidos pedem que o tempo seja dividido da mesma forma que o Fundo Eleitoral.
Os partidos seriam beneficiados com a mudança, claro.

Grace Mendonça, advogada-geral da União encaminhou a ação ao STF, defendendo que os critérios devem ser definidos pelo Congresso, sem intervenção do Judiciário.
Para ela, mudar as regras geraria “instabilidade”.

1 Comentário

  1. Defenestrá-los-ei! (assim, mesmo, com mesóclise e tudo, rsrsrsrs).

    TODO$$$$$$$$!

    TODOS, porque até agora nos têm repre$$$$$$$$entado lindamente.

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