Atiradores em escola, a preparação de Francischini, a reforma por cargos e o julgamento no STF sobre crimes de caixa 2 e corrupção

Foto: Maiara Barbosa/G1

Atiradores em escola

Um adolescente e um homem encapuzados mataram oito pessoas na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), e cometeram suicídio em seguida. Quatro dos mortos no local são alunos do ensino médio. Outros dois adolescentes foram socorridos, mas morreram no hospital. Duas das vítimas são funcionárias da escola. O ataque ocorreu por volta das 9h30 desta quarta-feira (13).

Armas = mortes.
Não tem outra conta!

Francischini se preparando para a CCJ

Novato na Câmara, Felipe Frascischini (PSL-PR), que vai presidir a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), diz estar se preparando para o cargo. O parlamentar de 27 anos contou que revê vídeos de sessões antigas e estuda a legislação “até de madrugada”.

Pelo menos alguém do PSL preparado ou se preparando!

Parlamentares cobram cargos

A base aliada do governo avisaram o ministro Onyx Lorenzoni que, se Bolsonaro não abrir espaço para a política – cargos -, a reforma da Previdência não andará na Câmara.

O recado foi dado pelo deputado federal Sostenes Cavalcante (DEM-RJ), que também levou queixas da bancada evangélica.

O ministro chefe da Casa Civil sinalizou que a partir desta quarta-feira (13) o governo vai chamar os coordenadores da das bancadas estaduais para discutir cargos no segundo e terceiro escalão.

Bolsonaro vai precisar descer do pedestal e fazer política.

Eleitoral ou Federal

O STF julga nesta quarta-feira (13), ação que pode impactar diretamente nomes da política nacional investigados ou alvos da Lava Jato.

O julgamento define se crimes de caixa dois e corrupção devem ser julgados pela Justiça Eleitoral e ou pela Federal. Punições para crimes eleitorais são mais brandas, por isso, a mudança é vista como crucial para o futuro da Lava Jato.

21 políticos podem ser afetados pela mudança, entre eles: os ex-presidentes Michel Temer e Dilma Rousseff (PT), os ex-ministros Eliseu Padilha (MDB), Moreira Franco (MDB) e Guido Mantega (PT), além de parlamentares de legislaturas passadas e da atual, como Aécio Neves (PSDB-MG), José Serra (PSDB-SP) e Marcos Pereira (PRB-SP).

Isso também faz parte do pacote anticrime do ministro Moro que foi enviado ao Congresso.

Fontes: G1 e UOL

Resumo do Brasil: atiradores em escola de Suzano (SP), a preparação de Francischini, a reforma por cargos e o julgamento no STF sobre crimes de caixa dois e corrupção.

Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta